quarta-feira, 10 de setembro de 2014

sexta-feira, 14 de janeiro de 2011

Site da clínica

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Amigos, visitem o novo site da clínica! Abraços, Afrânio.


segunda-feira, 7 de dezembro de 2009

Câncer de mama: Quando e como detectá-lo?

Agência de Notícias da UFRJ www.olharvital.ufrj.br
Edição 200
03 de dezembro de 2009


Cília Monteiro

O tipo de câncer mais comum entre as mulheres é o de mama: a Organização Mundial da Saúde (OMS) estima que, por ano, ocorram mais de 1 milhão e 50 mil novos casos da doença no mundo todo. Só no Brasil, são cerca de 50 mil, com 11 mil óbitos anuais por câncer de mama. O diagnóstico precoce é a medida mais eficaz para a redução desse número de mortes, pois, quando identificada no início, a doença pode ter cura. E a melhor maneira para detectar o tumor é através da mamografia ou do exame clínico das mamas. Este é o tema do Por uma boa causa, que neste mês aborda exames preventivos contra diferentes tipos de câncer.

A mamografia é a radiografia das mamas, realizada com baixa dose de raios x, com a tecnologia do mamógrafo. Pode ser utilizada tanto para prevenção quanto para diagnóstico do câncer de mama em caso de suspeita. É um procedimento simples, que não causa dor, apesar de algumas mulheres se queixarem de desconforto quando a mama é comprimida durante o exame. Já o exame clínico das mamas é realizado por médico ou enfermeiro treinado e pode detectar tumor de até um centímetro, se superficial. Deve ser feito uma vez ao ano em mulheres entre 40 e 49 anos, segundo recomendação do Instituto Nacional do Câncer (INCA).

Polêmica

A Força-Tarefa de Serviço Preventivo dos Estados Unidos recentemente anunciou que o rastreamento do câncer de mama deve começar após os 50 anos, e que a mamografia deve ser realizada a cada dois anos. A declaração causou polêmica no Brasil, visto que grande parte dos médicos e a Sociedade Brasileira de Mastologia (SBM) discordam e defendem o rastreamento do câncer de mama por mamografia, anualmente, a partir dos 40 anos. E a lei brasileira concede direito ao exame a partir dessa idade. No entanto, na cartilha do INCA, a recomendação é igual à da Força-Tarefa americana. Em 2007, segundo dados do próprio INCA, a doença tirou a vida de 2.741 mulheres com idade entre 50 e 59 anos no Brasil, número não muito maior do que as mortes ocorridas na faixa dos 40 a 49 anos: 2.051.

“Na realidade, do ponto de vista individual, são inequívocas as vantagens do início do rastreamento do câncer de mama após os 40 anos de idade. Entretanto, devemos considerar que as mulheres precisam conhecer que o início do rastreamento nesta idade pode também trazer alguns danos, em função da ansiedade causada pelos falso-positivos”, aponta Afrânio Coelho de Oliveira, coordenador da Unidade de Diagnóstico Mamário do Hospital Universitário Clementino Fraga Filho (HUCFF) da UFRJ. Para o esclarecimento de diagnósticos, são realizados exames complementares e até mesmo biópsias mamárias.

Para Afrânio, as novas orientações americanas causaram confusão, divisão, indignação e discussões. “Mesmo nos Estados Unidos cabe uma reflexão acerca de exagero de propedêutica, baixa qualidade de exames, exames inconclusivos, incorporações tecnológicas acríticas e uma grande parcela de população excluída”, avalia. Ele acredita que a análise que levou à declaração do órgão americano utilizou dados da mamografia convencional, quando atualmente a maioria das clínicas de boa qualidade usa radiologia digital.

“Também devemos concordar que, em função da menor prevalência da doença na faixa etária dos 40, a mamografia convencional é menos eficiente na detecção precoce. Entretanto, seria impossível renunciar aos enormes benefícios do tratamento pela cirurgia mínima na mama e pela axilar, que proporcionamos às pacientes quando se detecta o câncer em sua fase subclínica. Mas hoje só conseguimos isso através da mamografia de qualidade”, argumenta Afrânio.

Autoexame

Ainda há uma discussão entre os órgãos de saúde quanto à indicação do autoexame das mamas. “Não há evidências médicas de que o autoexame da mama como política de saúde pública tenha algum impacto. Mas é claro que pode ser de grande valia do ponto de vista individual, diante da descoberta incidental de um nódulo de mama”, constata o mastologista.

“O que se discute é se devemos continuar estimulando mulheres a realizar o autoexame, transferindo a elas uma política de Estado e desconsiderando inúmeras situações na atenção à saúde feminina”, aponta. Diante de tantas polêmicas relacionadas ao câncer de mama, Afrânio acredita que a SBM não deva mudar ou rever suas diretrizes. “A SBM deve cada vez mais estimular e dar suporte a organizações governamentais e sociais para o desenho de políticas públicas destinadas às mulheres, com o foco na detecção precoce do câncer de mama”, conclui.


segunda-feira, 20 de abril de 2009

CUIDADO COM AS MAMAS NA GRAVIDEZ E LACTAÇÃO


  1.     MANTER UMA DIETA RICA EM FRUTAS POUCO CÍTRICAS , HIDRATAÇAO ORAL ABUNDANTE
  2.     EXPOSIÇAO SOLAR DOS MAMILOS PELOS 15 MIN DIARIAMENTE PARA ENRIJECIMENTO DA PELE
  3.     PROMOVER O FORTALECIMENTO DA PELE DA AREOLA E DA PAPILA COM ABRASÀO CUTANEA COM TOALHA SECA ANTES DO BANHO. ( NÃO USAR CREMES HIDRATANTES NOS MAMILOS)
  4.     USO DE SOUTIENS (PORTA-SEIOS) ADEQUADOS QUE PROMOVAM BOA SUSTENTAÇÃO DA MAMA E NÃO PREJUDIQUEM A DRENAGEM DO LEITE.
  5.     EXERCÍCIOS DE FORMAÇÃO DO MAMILO PARA PROMOÇÃO DE BOA “PEGADA” DO REÇEM-NASCIDO. (TRACIONA-SE A PELE EM TORNO DA AREOLA E SUAVE TRAÇÃO DO MAMILO PARA FORA A FIM DE FORMAR BICO)
  6.     ESVAZIAR COMPLETAMENTE AS MAMAS APÓS AS MAMADAS.
  7.     AS MAMADAS DO RECÉM-NASCIDO DEVEM SER POR LIVRE DEMANDA. (NADA DE HORÁRIOS FIXOS)
  8.     HIGIENIZAÇÃO DOS MAMILOS COM O PRÓPRIO LEITE MATERNO APÓS AS MAMADAS. ( NÃO USAR POMADAS CICATRIZANTES, FRUTAS, CREMES,ETC)
  9.     CUIDADO COM AS FISSURAS E INFLAMAÇÕES DA MAMA (MASTITES).
  10.     TRATAR PRECOCEMENTE O INGURGITAMENTO MAMÁRIO COM GELO LOCAL 6XDIA, ESVAZIAMENTO COMPLEMETAR DAS MAMAS COM BOMBA DE SUCÇÃO E SOB ORIENTAÇÃO MÉDICA USO DE ANTIBIÓTICOS POR VIA ORAL PRECOCEMENTE PARA EVITAR AS MASTITES.

DR. AFRANIO COELHO DE OLIVEIRA

quarta-feira, 24 de setembro de 2008

Clinica Afranio Coelho de Oliveira

Em 2008, ocorreu a Fundação da
-->Clínica Afrânio Coelho de Oliveira, cuja missão, é promover a saúde da mulher em forma integral, em especial na prevenção, diagnóstico e tratamento das afecções femininas. Cabe-nos também acompanhar a evolução científica da medicina e oferecer o melhor para as pacientes, de acordo com suas necessidades.Tendo como visão, o sonho de oferecer fácil comunicação, atendimento integral, disponibilidade absoluta, compreensão e cuidado em todas as fases da vida da mulher.
Seus valores a serem cultivados são:
  • Ética
  • Atenção
  • Disponibilidade
  • Cuidado
  • Atualização
  • Integralidade

segunda-feira, 21 de julho de 2008

CÂNCER DE MAMA NO MUNDO

O Câncer de mama tem avançado de diferentes formas no mundo. No mundo ocidental desenvolvido onde predominam fatores de risco ligados ao modo de vida, como a obesidade, sedentarismo, consumo de álcool e tabaco, levando ao desenvolvimento de tumores principalmente na população acima de 50 a 60 anos. No terceiro mundo e em países em desenvolvimento observa-se uma tendência do acometimento de populações mais jovens onde a agressividade tumoral é presente e o diagnóstico é tardio por falta de acesso a mamografia.

sábado, 19 de julho de 2008

CÂNCER DE MAMA NA MULHER IDOSA PODE SER SUBTRATADO


Nesta interessante dissertação de Mestrado 'Neoplasia de Mama em Mulheres com 70 anos ou mais Tratadas em Hospital de Referência no Rio de Janeiro: características epidemiológicas e clínicas e análise de sobrevida, defendida em 20/03/2008, na Escola Nacional de Saúde Pública, ENSP, mestrado acadêmico em Saúde Pública e Meio-Ambiente, o Dr. Luiz Gustavo Lombardo Torres, orientado pela Prof.ª Dr.ª Inês Echenique Mattos e tendo como Banca Examinadora os Membros efetivos Prof. Dr. Afrânio Coelho de Oliveira (UFRJ), Prof. Dr. Sergio Koifmane e Prof. ª Dr. ª Inês Echenique Mattos e Suplentes Prof.ª Dr.ª Anke Bergmann (Inca) eProf.ª Dr.ª Rosalina Jorge Koifman, o Dr. Luiz Gustavo demonstra que há uma tendência entre os especialistas em subtratar o Câncer de mama na mulher idosa. Hoje com uma expectativa de vida cada vez maior temos que empregar todos os recursos disponíveis no tratamento do câncer de mama na mulher idosa, levando em consideração suas co-morbidades.